quinta-feira, 16 de junho de 2011

Primeiros socorros na ponta da língua!


Alunos do ensino médio de escolas de Belo Horizonte apreenderam um pouco mais sobre primeiros socorros com a enfermeira Nathalia Ribeiro e a estudante de Enfermagem Ingrid Oliveira, na tarde da última quinta-feira, em visita ao ExpoUna Essas instruções fazem parte de projeto de extensão da Una Urgente.


Nathalia, que também é especialista em Urgência e Emergência, acredita que essas informações esclarecem dúvidas dos estudantes no momento da escolha profissional . “Apresentamos parte do curso de Enfermagem, falamos dos estágios, as nossas experiências, isso tudo a gente dá como exemplo para que os alunos conheçam um pouco mais e possam fazer as escolhas”.

A estudante de Enfermagem Ingrid falou sobre a importância do Expouna: “Os trabalhos que a gente faz são sempre sobre o cotidiano. Para os visitantes é sempre bom, porque agrega mais valores e para nós quanto acadêmicos é sempre válido.”

Texto: Andressa Silva
Foto: Roberto Reis

Sombras e luzes dos anos 70 são tema de pesquisa

Com o objetivo de resgatar um período recente da história do Brasil, porém pouco debatido, a ditadura militar, os alunos do Módulo III do curso de Jornalismo Multimídia, realizaram uma pesquisa histórica e jornalística sobre a década de 1970. O resultado são cinco artigos que estão abrigados no blog experimental “Sombras e luzes 70”.



A abrangência do assunto permitiu uma abordagem diversificada. A Copa de 70, Movimento Punk, as crônicas e charges do Henfil na revista ISTOÉ, o jornal alternativo De Fato e o Wilson Simonal. A interdisciplinaridade agregou ao trabalho um conhecimento e compreensão totalizada sobre o objeto de pesquisa.

Grupo da Copa da década de 70: Renata, Luigi, Igor




A professora responsável pela orientação dos trabalhos, Cândida Borges Lemos, avalia que é fundamental que as novas gerações conheçam a história e esta aprendizagem deve ser de acordo com a escolha de temáticas definidas pelos próprios alunos: “Não pode haver imposição de temas. Mas procurei que eles analisassem, com uma boa profundidade, o contexto. Por exemplo, aparentemente estudar o movimento punk poderia aparentar como algo fácil. Mas como explicar as origens deste movimento, a não ser por uma abordagem sociológica e política?”



O professor Aurelio Silva, que participou das bancas, avaliou o resultado dos trabalhos – desenvolvidos ao longo do semestre – positivamente. “O resultado, ou seja, os artigos finais superaram as expectativas. Os alunos demonstraram muito comprometimento com os temas”, afirmou. Ao final das apresentações, Silva sugeriu aos grupos, caso haja interesse dos participantes, que continuem a pesquisar o tema e aprofundem as investigações para transformar essa experiência em seus trabalhos de conclusão de curso. “Precisamos aproveitar essa prática científica para dar mais profundidade às apurações e investigações jornalísticas.”



Felipe Weyman, do grupo que pesquisou o jornal alternativo De Fato, estagiário de jornalismo da Ong Favela é isso Ai, disse: “Primeiramente, este é um momento ímpar para nós aqui na academia, pois estudamos a história do nosso país, o que para nós jornalistas é muito importante. Com certeza tivemos muitos desafios no decorrer do trabalho, mas esperamos que, através da nossa pesquisa, novas propostas de estudos possam surgir. Resumindo, estou feliz e satisfeito por ter produzido um trabalho importante e de qualidade”.



Fomentado pelo quadro atual de esquecimento do passado, o projeto visou preservar, contar e expor peças de um quebra cabeça que ainda está por ser montado, pela pequena realização de pesquisas direcionadas para o período doa regime militar no Brasil e a dificuldade de acesso ao acervo do período.



Por: Felipe Bueno
Foto: Felipe Bueno

Alunos de Farmácia inovam numa apresentação performática

Alunos do curso de Farmácia atraíram o público para o estande do curso, que estava decorado com béqueres e gelo seco. Várias pessoas passaram pelo local e se interessaram em ouvir e ver a apresentação performática. A tática de se usar uma performance, ao simular um laboratório, além de trazer as pessoas para o espaço, também despertou nelas o interesse pela profissão. Assim, de forma descontraída, os futuros farmacêuticos recriaram o processo de manipulação de medicamentos e também as etapas de medição das substâncias químicas.

Com o objetivo de expor as diretrizes do estudo de Farmácia, os estudantes informaram aos visitantes sobre os diferenciais do curso e sobre o campo de atuação do profissional.



Por Felipe Bueno

Pedagogia, uma área de construção do conhecimento

No ExpoUna, alunos do curso de Pedagogia esclareceram os diferentes ramos de atuação do profissional de Pedagogia, que hoje exerce funções em empresas de vários segmentos e, também, no ambiente escolar. É um profissional indispensável em espaços que priorizam o aprendizado como forma de crescimento, mas para isso é preciso repensar a estrutura curricular e integrar outras áreas.

A coordenadora do curso de Pedagogia, Carla Soares, apresentou as tendências e inovações da área. Para ela, é importante explicitar esse campo de trabalho que é multidirecional. “O conhecimento deve ser trabalhado em todas as esferas da sociedade e é fundamental no âmbito do empreendedorismo e no espaço educacional”, avalia.


Por: Felipe Bueno

Rumo à universidade: mais de 700 alunos do ensino médio no ExpoUna 2011!


Cerca de 700 alunos do ensino médio visitaram hoje os estandes do ExpoUna além de participarem de uma série de atividades, dentre elas, o sorteio de um Ipad. A aluna do colégio Claretiano Dom Cabral Letícia Lamberti foi a ganhadora do prêmio.

A estudante secundarista disse que dois aspectos lhe impressionaram: “A organização e os cursos oferecidos me chamaram a atenção”. A visita foi uma oportunidade de os alunos do ensino médio conhecerem os projetos provenientes de diversas áreas profissionais dos cursos oferecidos pela Una.

Por: Bárbara de Andrade
Foto: Phocus Quatro

Lixeira exclusiva para coleta seletiva

Lixeiras desenvolvidas com material reciclável, ocupam os corredores do ExpoUna. Confira o video!




Reportagem: Vitor Rocha
Imagens: Vinicius Diniz
Produção: Eduarda Gonzales

De Belo Horizonte à África em palhaçadas

Palhaços do "Irradiando Alegria"


A atriz e professora Mariana Arruda proferiu a palestra “Uma Palhaça na África”, no 3º ExpoUNA, em que relatou a experiência com o Grupo de Teatro Maria Cutia (desenvolvido no continente africano) e com o “Irradiano Alegria” (em Belo Horizonte).

O objetivo dos dois projetos, de acordo com Mariana Arruda, é levar alegria a crianças, jovens e adultos hospitalizados, por meio da linguagem do palhaço. No Maria Cutia, Mariana interpreta a palhaça Begônia que, segundo ela, “é a superexposição dos meus ridículos, das minhas dificuldades e das grandes bobagens que guardo em mim (quer dizer, que todo mundo guarda)”, explica.

O grupo também foi convidado pelo Itamaraty para uma turnê em Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique em março deste ano.

Confira entrevista com Mariana Arruda:



Por: Bruno Maia e Marina Costa

Foto: Marcos Oliveira