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sexta-feira, 6 de julho de 2012

É hora de brincar e aprender



“Eu mais aprendi do que ensinei”, declara Januária da Fonseca, 25, recém-formada pelo curso de Gestão Ambiental da Una, campus Barro Preto. Ela faz parte deste projeto há um ano e meio e afirma que o ato de educar as pessoas por meio dos jogos ambientais lhe proporcionou muito conhecimento acadêmico e humano.

Segundo a coordenadora do projeto Jogos Ambientais, Fernanda Wasner, esta é uma forma de aprender brincando “Brincar constrói o caráter porque ensina o indivíduo saber ganhar e perder, proporciona descontração e laços de afetividade, e isso reflete na vida pessoal e profissional do adulto”, afirma.

Dominó, quebra-cabeça, tabuleiro, tiro ao alvo e equilíbrio são alguns dos jogos que compõem a atividade. Ainda de acordo com Januária da Fonseca, a primeira pergunta que as pessoas fazem quando visitam a oficina é “O que é isso?” então apresentam os jogos que tem o objetivo de educar para a boa cidadania e para o meio ambiente.

Texto e foto: Tatiane Ribeiro

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Alunos da Unatec desenvolvem jogo para treinamento em qualidade




O processo de aprimoramento da qualidade dentro de uma empresa, muitas vezes, é lembrado pelos treinamentos cansativos. Alunos da Unatec perceberam esse problema e resolveram desenvolver o jogo do PDCA (Plan, Do, Check, Action). Com uma dinâmica inteligente, o jogo enfatiza que a qualidade depende da  cooperação de todos.

O PDCA foi desenvolvido a partir dos requisitos da norma RBR- ISO 9001/2008 e dos dados  de um relatório de auditoria interna do ano de 2011. O objetivo era promover uma melhor interação entre os funcionários assim, os estudantes elaboraram um jogo de cartas, cada uma prediz uma ação. “As azuis são do planejar, as verdes, executar, as amarelas, checar ou verificar .

Dentro das cartas temos as verdes que são as conformidades, e as vermelhas não conformidades. Alem disso temos cartas que são para sugestão de melhoria e observação, ela é uma conformidade e ao mesmo tempo uma não conformidade em potencial, ela não aconteceu mas se tem o risco”, explica Aline Barbosa  do curso de Gestão da Qualidade .

Ao acompanhar uma auditoria os alunos se depararam com a ineficiência do modelo tradicional.“Sabíamos que deveríamos fazer algo, pois o sistema não funcionava. Ao vermos um treinamento de auditoria em que eram usados jogos, percebemos que mesmo quem não era da área da gestão da qualidade se interessava pela proposta”, esclarece a aluna. “Alguns funcionários ficaram receosos, mas como é um jogo, é mais interativo que um treinamento massante em sala de aula. Percebemos que com essa medida, os funcionários que antes não eram notados, se mostraram como líderes”, completa a estudante.

Texto e Foto: Heberth Zschaber

De Minas para o mundo no curso de Gestão Comercial



A disciplina "Marketing Internacional", do curso de Gestão Comercial, mostrou que Minas tem muito a oferecer para o mundo. Durante o ExpoUna, alunos caracterizados com trajes representativos de diversos países mostraram nos estandes produtos tipicamente mineiros para exportação. 

De acordo com a professora Flávia Carneiro a ideia é fazer com que os alunos e o público entendam que os produtos mineiros tem espaço lá fora em um país que eles considerem viável.


Conheçam o avião movido a energia solar!






É possível utilizar energia renovável para fazer com que uma aeronave funcione sem uso de combustível? 

Essa é a aposta do grupo de alunos do curso de Manutenção de Aeronaves, com o projeto "Sustentabilidade na Aviação". Marco Antônio Silva, Dalton Augusto, Farley Anthony, Petla Katerine, Darlene Gonçalves, Vitor Matielo, Rafael Melquíades acreditam e comprovaram que pode haver um grande corte no consumo de combustível trazendo uma economia considerável e para que o meio ambiente não seja tão agredido.

"Composto por placas solares, com o uso de energia solar fotovoltaica, com células formadas por cristais de silício e outros componentes químicos, o avião protótipo já voou em BH com sucesso", disse o aluno Marco Antônio Silva.

E quando não há sol?

A solução dos alunos é uma bateria de lítio, que armazena toda energia da luz solar para que ele possa voar a noite, por exemplo. 

"O futuro da aviação. Há experiências na Suiça com aeronaves de grande porte, voando entre a Bélgica e a Suíça. Deste tipo, no Brasil é novidade", disse Marco Antônio.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sensor para movimentar cadeira de tetraplégico é destaque

Na área de Ciências Exatas, um dos destaques é a cadeira de rodas que visa facilitar a vida dos tetraplégicos. O seu uso é fácil: por meio de um sensor colocado na língua, a cadeira pode se movimentar nas várias direções. O sensor foi desenvolvido por alunos do 6° período do curso de Engenharia Elétrica. “A proposta é desenvolver uma forma para facilitar a vida das pessoas tetraplégicas”, explica o coordenador do curso, Pablo Roberto Julião.

Três microcomputadores são colocados debaixo do lábio inferior. Dependendo da posição da língua, a cadeira toma uma direção. O coordenador explica como a cadeira funciona: “Ela tem três botões. O da direita anda para a direita, já o da esquerda, para a esquerda. Já o do meio direciona para frente, faz parar e também dar marcha à ré”.

Existem outras cadeiras no mercado construídas para tetraplégicos, mas exigem movimentos com a cabeça para o comando e o valor é elevado. O professor explica que o projeto desenvolvido pelos alunos tem uma grande vantagem em relação à cadeira que anda por sensores do cérebro: “O dispositivo é de baixo custo e pode ser adaptada em qualquer cadeira”.

Por: Bárbara de Andrade
Foto: Felipe Bueno