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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Alunos de Publicidade criam aplicativo para usuários surdos



Os alunos do 4º período do curso de Publicidade e Propaganda desenvolveram o DEAFAPP, um aplicativo inspirado no Foursquare, porém adaptado para pessoas surdas.

O DEAFAPP permite que usuários surdos se localizem por meio de GPS, usando um smartphone. Os usuários podem dar check-ins em perfis de interesse, inserir fotos e comentar os posts.

“O aplicativo faz uma estatística de quantos surdos há na região de acesso”, explica a aluna e cineasta Naiara Macedo, 27. “A maior dificuldade foi produzir um artigo com base teórica, a partir de pesquisas e de estudos de outros aplicativos que já foram desenvolvidos. Existem outros projetos de aplicativos, mas nenhum que esteja em funcionamento”, esclarece.

Texto e foto: João Vitor Fernandes
Foto durante a apresentação do projeto para a banca avaliadora.

Oficina de reciclagem conscientiza público para sustentabilidade



A Oficina de Reciclagem, no estande 2, promovida pelo Instituto Politécnico e coordenada pelo professor Breno Augusto Ribeiro Aredes, ensinou ao público as várias iniciativas para reutilização de materiais recicláveis e preservação do meio ambiente. “Adorei a oficina porque eu aprendi fazer uma carteira reutilizando a caixinha de leite. E a gente pensa duas vezes na hora de jogar alguma coisa fora”, afirma a artesã Sonia Izar, 52.

Priscila Rodrigues, 22, e Michele Borges, 29, falam da importância da educação ambiental na conduta do cidadão. “Materiais como a garrafa pet e as caixinhas de leite, por exemplo, ao invés de irem para o aterro sanitário ou para o lixão, onde demoram para se decompor, podem ser reaproveitado”, explica Michele Borges. “Esta ação minimiza os impactos no meio ambiente e no planeta”, complementa Priscila Rodrigues.

O publicitário Claudio Xavier, 56, também participou da oficina e observa que iniciativas como esta ajudam a conscientizar as pessoas quanto a sustentabilidade e valoriza a formação profissional. “Fiquei impressionado com isso tudo aqui. Um evento deste porte valoriza a instituição e o aluno”, completa.

Reportagem: Tatiane Ribeiro
Foto: Hemerson L. M. Dias

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vem aí a maior mostra do conhecimento de Minas!



4º Prêmio Melhores Trabalhos ExpoUna


Uma das principais atrações do ExpoUna, a maior mostra do conhecimento de Minas Gerais, será a Prêmio Melhores Trabalhos, uma iniciativa que já coleciona vitórias possíveis com o conhecimento e a dedicação de alunos e professores.

Nesta edição, teremos 2 categorias:

Categoria I – Melhor Trabalho do Curso: Alunos e professores orientadores serão premiados com Certificado de Melhor Trabalho do Curso

Categoria II – Melhor Trabalho por Instituto: Alunos e  professores  orientadores serão premiados com Certificado  de  Melhor  Trabalho  do Instituto e uma estatueta simbólica

Confira o regulamento.

Leia também: Vitória do conhecimento no 3º ExpoUna

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Vitória do conhecimento no Prêmio Melhores ExpoUna!!

Foto dos 6 grupos finalistas - Phocus 4

Entusiasmo, emoção, expectativas e reconhecimento: o evento de premiação dos melhores trabalhos do 3º ExpoUna, na noite do último dia 21 de junho, no auditório A1, do Campus Aimorés, reuniu os 6 finalistas representantes de cada instituto, convidados e a comissão avaliadora composta por profissionais do meio acadêmico e imprensa.

O Prêmio Melhores ExpoUna 2011, já considerado o "Oscar" do ExpoUna, revelou o grande vencedor, o projeto "Cadeira de Rodas Automatizada", do curso de Engenharia Elétrica, integrado pelos alunos Adelmo Medeiros, Diego Rocha, Huddson Muniz, Luana Nunes, Marcelo Rosa, Marcelo Santana, Marcos Marçal e Stace Alves.

O trabalho propõe a construção de uma cadeira de rodas automatizada e acionada pela língua por meio de contatos não retentivos (push-buttons). O objetivo principal é desenvolver uma cadeira de rodas capaz de propiciar uma melhor qualidade de vida e maior inserção social à portadores de tetraplegia. A validação e funcionalidade da interface de comando e controle, bem como de interação com o usuário, foi obtida por meio de testes em protótipo, sendo este dimensionado para compatibilização com a realidade dos projetos funcionais consultados em mercado.

Foto Grupo vencedor comemora a premiação - Phocus 4


Vídeo do projeto ganhador



segunda-feira, 20 de junho de 2011

Vencedores do Prêmio de Sustentabilidade encerram com comemoração o 3° ExpoUna


A entrega do 3° prêmio de “Sustentabilidade: pequenas atitudes mudam o mundo” marcou o encerramento do último dia do 3º Expouna. Foram 80 trabalhos inscritos, os dez finalistas se reuniram na sala 3 em clima de descontração e ansiedade aguardando a nomeação do vencedor da noite.

A diretora acadêmica da Unatec, Alice Hosken, destacou a importância de se trabalhar o conceito de Sustentabilidade e anunciou o nome do vencedor: “Salão Lúcia: um salão sustentável”, do curso de Design de Interiores, 4º Módulo, trabalho orientado pelo professor orientador Luiz Henrique de Sena Nola.

O segundo lugar foi anunciado pelo presidente do CRA-MG, Pedro Rocha Fiúza, que fez um breve discurso parabenizando o Centro Universitário Una. “A Una merece um prêmio pela iniciativa, pois é a maior sustentabilidade que se pode fazer é investir nas pessoas”, declarou. O trabalho “Natimudas - Plantando Ideais”, do curso de Gestão Ambiental, 4º Módulo, orientado pela professora Angélica Pereira de Assis Duarte foi o segundo vencedor da noite.

Para anunciar o terceiro lugar foi chamado ao palco o editor da revista Ecológica, Iran Firmino, que premiou o trabalho “Reutilização de garrafas pet para lastro de nivelamento na construção civil”, dos alunos do 2º módulo de Engenharia Civil, orientado pelo professor Rogério Mori de Sena.

Também subiram ao palco o superintendente de sustentabilidade empresarial da Cemig MG, Adiéliton Galvão de Freitas, que destacou a preocupação da companhia com a aplicação de práticas que sejam economicamente viáveis e menos impactantes no meio ambiente. “Sustentabilidade faz parte da Cemig”, garantiu Galvão.

Texto: Bárbara de Andrade
Foto: Isabela Carrari

Cinema, uma paixão encontrada nas ruas e nos seus mais ilustres atores


Uma história digna de um grande roteiro. Assim foi o produto apresentado pelo grupo do 2° período do curso de Cinema e Audiovisual da Una, que teve como proposta construir um vídeo que remontasse “Cenários do Brasil Contemporâneo”. Imagens fixas representaram a trajetória de moradores de rua que se descobriram cinéfilos. A paixão pelo cinema despertou quando o grupo encontrou no lixo películas de Charlie Chaplin. No Centro de Apoio aos Moradores de Rua, eles tiveram a oportunidade de montar sessões para exibirem os filmes.

O trabalho acadêmico teve colaboração desses ilustres atores das ruas e do CRAV, Centro de Referência Audiovisual. A narração do filme foi feita por uns dos protagonistas dessa história, Alessandro Costa. A voz impressiona pela sua limpidez, pelo timbre e pela marcação sincronizada. Alessandro é admirador confesso de Federico Fellini e por meio de oficinas do Centro de Apoio aos Moradores de Rua, já esteve presente em produções cinematográficas. Entre elas estão “Cidades do meu desejo” (2009) e agora o projeto interdisciplinar dos estudantes de cinema da UNA.
O pano de fundo da história são as ruas de Belo Horizonte. Na tela, a trajetória dessas pessoas que amam o cinema e vivem nas ruas. Como num filme, o script da vida real não foi tão óbvio, e apresentou uma fantástica possibilidade de olhar a sociedade.

Isso porque os atores aqui produziram o filme de suas próprias vidas. Esse olhar do indivíduo sobre si e busca pelos seus desejos gera uma reflexão sobre a força das aspirações num mundo com valores cada dia mais efêmeros. Sobre o projeto, o estudante de cinema, Evandro Viana, conta que leva como experiência “a vontade humana, a paixão que faz com que tudo se torne concreto e possível de realizar”.

Por Felipe Bueno
Foto: Thaline Rachel

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Flagras na 3ª noite do ExpoUna 2011

Anel Rodoviário de BH é tema de projeto no ExpoUna


O Anel Rodoviário de BH, construído nos anos 50 para desafogar o crescente tráfego de carga que passava pelo Centro de Belo Horizonte, se tornou um dos principais problemas da cidade. Acidentes graves e imprudência são comuns em diversos trechos, além dos enormes congestionamentos que dificultam a passagem pelo local.

Pensando nisso, alunos do 2º período do curso de Engenharia Civil apresentaram o Projeto Anel de Trânsito Rápido no Anel Rodoviário de BH, intitulado Projeto ATR, que, entre as novidades, propõe um metrô suspenso, com diversas linhas de ônibus conjugadas.

A idéia é desafogar o trânsito, o tempo de deslocamento entre regiões da capital, com o uso de recursos sustentáveis para sua construção, como fibras de vidro e o trem movido à energia elétrica e autocarregável.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dia de repórter: alunos do ensino médio ajudam na cobertura do ExpoUna

Em visita à maior mostra do conhecimento de Minas Gerais, o ExpoUna, alunos do ensino médio de diversas escolas da capital ajudaram na cobertura jornalística do evento. Veja agora algumas dessas reportagens produzidas e protagonizadas pelos próprios estudantes.

Repórter : Robert Martins


Repórter: Robert Martins
Imagens: Vinicius Diniz
Edição: Vanessa GOG


Repórter: Bruna Ohana


Repórter: Bruna Ohana
Imagens: Vinicius Diniz
Edição: Vanessa GOG

Repórter: Bruna Xavier


Repórter: Bruna Xavier
Imagens: Vinicius Diniz
Edição: Vanessa GOG



Repórter: Tatiane Silva



Repórter: Tatiane Silva
Imagens: Vinicius Diniz
Edição: Vanessa GOG

Primeiros socorros na ponta da língua!


Alunos do ensino médio de escolas de Belo Horizonte apreenderam um pouco mais sobre primeiros socorros com a enfermeira Nathalia Ribeiro e a estudante de Enfermagem Ingrid Oliveira, na tarde da última quinta-feira, em visita ao ExpoUna Essas instruções fazem parte de projeto de extensão da Una Urgente.


Nathalia, que também é especialista em Urgência e Emergência, acredita que essas informações esclarecem dúvidas dos estudantes no momento da escolha profissional . “Apresentamos parte do curso de Enfermagem, falamos dos estágios, as nossas experiências, isso tudo a gente dá como exemplo para que os alunos conheçam um pouco mais e possam fazer as escolhas”.

A estudante de Enfermagem Ingrid falou sobre a importância do Expouna: “Os trabalhos que a gente faz são sempre sobre o cotidiano. Para os visitantes é sempre bom, porque agrega mais valores e para nós quanto acadêmicos é sempre válido.”

Texto: Andressa Silva
Foto: Roberto Reis

Sombras e luzes dos anos 70 são tema de pesquisa

Com o objetivo de resgatar um período recente da história do Brasil, porém pouco debatido, a ditadura militar, os alunos do Módulo III do curso de Jornalismo Multimídia, realizaram uma pesquisa histórica e jornalística sobre a década de 1970. O resultado são cinco artigos que estão abrigados no blog experimental “Sombras e luzes 70”.



A abrangência do assunto permitiu uma abordagem diversificada. A Copa de 70, Movimento Punk, as crônicas e charges do Henfil na revista ISTOÉ, o jornal alternativo De Fato e o Wilson Simonal. A interdisciplinaridade agregou ao trabalho um conhecimento e compreensão totalizada sobre o objeto de pesquisa.

Grupo da Copa da década de 70: Renata, Luigi, Igor




A professora responsável pela orientação dos trabalhos, Cândida Borges Lemos, avalia que é fundamental que as novas gerações conheçam a história e esta aprendizagem deve ser de acordo com a escolha de temáticas definidas pelos próprios alunos: “Não pode haver imposição de temas. Mas procurei que eles analisassem, com uma boa profundidade, o contexto. Por exemplo, aparentemente estudar o movimento punk poderia aparentar como algo fácil. Mas como explicar as origens deste movimento, a não ser por uma abordagem sociológica e política?”



O professor Aurelio Silva, que participou das bancas, avaliou o resultado dos trabalhos – desenvolvidos ao longo do semestre – positivamente. “O resultado, ou seja, os artigos finais superaram as expectativas. Os alunos demonstraram muito comprometimento com os temas”, afirmou. Ao final das apresentações, Silva sugeriu aos grupos, caso haja interesse dos participantes, que continuem a pesquisar o tema e aprofundem as investigações para transformar essa experiência em seus trabalhos de conclusão de curso. “Precisamos aproveitar essa prática científica para dar mais profundidade às apurações e investigações jornalísticas.”



Felipe Weyman, do grupo que pesquisou o jornal alternativo De Fato, estagiário de jornalismo da Ong Favela é isso Ai, disse: “Primeiramente, este é um momento ímpar para nós aqui na academia, pois estudamos a história do nosso país, o que para nós jornalistas é muito importante. Com certeza tivemos muitos desafios no decorrer do trabalho, mas esperamos que, através da nossa pesquisa, novas propostas de estudos possam surgir. Resumindo, estou feliz e satisfeito por ter produzido um trabalho importante e de qualidade”.



Fomentado pelo quadro atual de esquecimento do passado, o projeto visou preservar, contar e expor peças de um quebra cabeça que ainda está por ser montado, pela pequena realização de pesquisas direcionadas para o período doa regime militar no Brasil e a dificuldade de acesso ao acervo do período.



Por: Felipe Bueno
Foto: Felipe Bueno